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António Nunes Coelho, de 49 anos, ainda esteve vivo “entre 15 minutos a uma hora” depois de ter sido despejado numa ruela deserta de Bruxelas pelo patrão e dois colegas da obra onde estava a trabalhar ilegalmente. Depois de ter caído de um andaime vítima de um ataque cardíaco, em vez de ser socorrido foi transportado de camião e abandonado num local deserto.