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Foi sem dúbida algumha, o ailhamento de certas povoações um dos factores clave para a conservaçom de muitos entruidos galegos, outro dos factores foi a vontade dos vizinhos por conservar o mesmo; mas o conceito de aldeia global, unido a despovoaçom e o consumismo do capitalismo de livre merca está a trocar as “antergas tradições” em meros productos turísticos cada vez mais baleiros de conteúdo.
Fala-se muito de isolamento, mas a Galiza nunca esteve isolada. É mais bem uma questão de não ter chegado a revolução industrial. São cousas distintas. É uma questão de estrutura económica e não de isolamento.
SIM; é um ciclo festivo ligado a ciclos naturais (coma a maioría das festas tradicionais galegas) embora existe na Galiza muita gente nova que segue ligada o campo; e a sua comarca apenas conserva restos de um entrudo; mais outras vilas medianas como Verim ou Xinço si que mantenhem boa parte do Entrudo.
Afirmar que o entrudo de Chaguazoso (a aldeia mais alta da Galiza) e o quase inexistente entrudo de Vigo ou Crunha é obra da recente industrializaçóm, e passar por alto que evidentemente Chaguazoso fica mais ailhado que Crunha o Vigo... pois home coido que é umha locura...